
Rodrigo Otavio Lima Azevedo
Pesquisador
Possui graduação em arquitetura e urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1997). Foi professor substituto na mesma universidade (2004-2006) e Secretário Adjunto de Projeto Urbano na Prefeitura de Nova Iguaçu (RJ) de 2005 a 2007. Em 2008-2009 fez mestrado na AA_Architectural Association School of Architecture no curso Housing and Urbanism, com bolsa do FCO. Titular do escritório AAA_Azevedo Agencia de Arquitetura (www.aaa.com.br) desde 2002, desenvolve projetos nas áreas de masterplan, arquitetura, restauração e estratégia urbana, como por exemplo a restauração da Estação Barão de Mauá no Rio de Janeiro (2023) e a renovação do Mercado Ver-o-Peso em Belem do Pará (2002). De 2010 a 2012, trabalhou como consultor em urbanismo para a empresa AECOM (responsável pelo planejamento urbano dos jogos olímpicos de Londres (2012) e Rio de Janeiro (2016)) nos projetos urbanos Nova Luz (concessão urbanística para o Centro de São Paulo) e Teresina (urbanização de área de expansão urbana na cidade de Teresina, Piauí). De 2012 a 2014, desenvolveu uma série de projetos relacionados com as Olimpíadas de 2016, como o pavilhão olímpico (Cidade Nova, Rio de Janeiro), alojamento para operários e viveiro de plantas na Vila do Atletas (Barra da Tijuca, Rio de Janeiro) e instalações culturais e comerciais na área portuária do Rio de Janeiro. Desde agosto de 2014, é professor na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estácio de Sá. Em 2022, Rodrigo iniciou o doutorando em Urbanismo na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa. Projetos Sociais: Desde 2006, Azevedo desenvolve, junto à sociedade civil, programa filantrópico BAIRROS DO RIO, que consiste no desenvolvimento de projetos urbanos e arquitetônicos para organizações da sociedade civil do Rio de Janeiro, objetivando qualificar espaços e equipamentos públicos. Até o momento, os seguintes bairros possuem projetos em aprovação junto à Prefeitura do Rio de Janeiro e financiadores (BNDES): Glória, Cosme Velho, Humaitá, Praça XI e Pavão-Pavãozinho (Copacabana), atingindo um público de cerca de 250 mil pessoas/usuários. Em 2016, o projeto para o Circo Crescer e Viver foi selecionado para Bienal de Arquitetura de Veneza.
